Resenha Histórica
Os marcos fundamentais da evolução histórica do GRUPO SANJOSE são os seguintes:

1962-1974 O nascimento.
Surge na Galiza uma empresa individual dedicada à construção e à reabilitação.

1975-1981 O salto
É criada a SANJOSE Constructora S.L. Expande-se para Madrid, Salamanca, Málaga e Sevilha.

1982-1987 A dimensão nacional.
Período de forte desenvolvimento em Espanha, até estar presente em todo o seu território. Adapta a sua estrutura ao novo mapa autonómico, com Serviços Centrais e Centros de Produção Periféricos.

1988-1992 A expansão.
Edificio Sirius, Rua Gago Coutinho, Lisboa.
Constituem-se novas empresas, como a Cartuja Imobiliária, S.A. em Andaluzia e a Construtora Udra para começar a desenvolver projectos em Portugal. É adquirida a CIMSA, especializada em obras civis e infra-estruturas.

1993-1997 A dimensão internacional.
A SANJOSE consolida a sua presença em Portugal e estabelece-se na Alemanha (1995), Argentina (1996), Estados Unidos e Uruguai (1997). Período de elevada criação ou participação de empresas em Espanha.

1998-2000 A diversificação.
Em Espanha são fundadas a EBA (País Basco e Navarra) e a C&C (Galiza). Na Argentina são criadas a Udra Argentina, S.A. e a Tecnoartel. Em Portugal, a Douro Atlântico S.A. Adquirida a Burgo Fundiarios, a Tecnocontrol e o Grupo Sefri. Participação no capital da Copaga, Renfapex, Corsabe e Bodegas Altanza.

2000-2001 O prestígio.
Fac. de Jornalismo , Sant. de Compostela.
A actividade internacional representa já 25,56% do volume de negócio. Reconhecimento da qualidade: A SANJOSE e o arquitecto Álvaro Siza Vieira recebem o Prémio Secil de Arquitectura pela Faculdade de Ciências da Informação da Universidade de Santiago de Compostela.

2002 A industrial.
Central do Aeroporto de Barcelona.
O sector industrial do GRUPO SANJOSE atinge um crescimento sem precedentes: 43% relativamente ao ano anterior. Na construção, a Balltagi (Catalunha) e a Alcava (Comunidade Valenciana) completam o mapa autonómico.

2003 As grandes obras.
A SANJOSE é já uma referência nos grandes projectos de obras publicas. Como exemplos, em Madrid conclui o terminal da pista 18L-36R do Aeroporto de Madrid-Barajas. Em Washington D.C é adjudicado o Terminal do Aeroporto Internacional de Dulles.

2004-2005 Os serviços.
Conservação Parques em Moncloa, Madrid.
A construção continua a ser o principal motor do Grupo, mas consolida-se o desenvolvimento de produtos e serviços de grande complexidade tecnológica e novas actividades como a gestão global de zonas verdes e manutenção integral de imóveis, hospitais e aeroportos.

2006 Fortalecimento da área imobiliária
Uma área imobiliária mais forte.
OPA sobre a sociedade cotada Parquesol, que permitirá à SANJOSE estar presente no mercado bolsista e reforçar a área imobiliária. Entre os grandes projectos, La Matanza (Buenos Aires), uma cidade com 20.000 apartamentos para 80.000 habitantes.

2007 O mundo da energia.
A obra mais emblemática, a ampliação do Museu do Prado. A expansão, em países Ibero-Americanos, com a compra da Constructora Deconalva (Republica Dominicana) e a maioria do capital da empresa Carlos Casado (Argentina). E a nova área de negócios, a área da energia, o meio ambiente, os biocombustíveis e a biofarmacêutica.

2008 Em direcção à liderança.
Investimento Urb. de Chamartin,Madrid.
Praticamente terminada a fusão com a Parquesol, a SANJOSE perfila-se como um dos principais grupos Espanhóis cotados. Abrem-se novos horizontes de desenvolvimento com dois grandes projectos: a concessão à Enerxías Renovables de Galicia de 142 MW do Concurso Eólico lançado pela Xunta, e a aprovação pelo Ministério do Fomento e pelo Ayuntamiento y la Comunidad de Madrid da Operación Chamartín, o projecto de desenvolvimento urbanístico mais importante da Europa.

2009
Em 20 de Julho o Grupo SANJOSE começou a cotar-se nas Bolsas de Valores Espanholas. Posteriormente Carlos Casado presente na Bolsa de Buenos Aires desde 1958, começou a sua cotização na Bolsa de Nova York.
O Grupo SANJOSE fez a sua incursão em novos mercados por via da adjudicação de dois hospitais em Santiago do Chile, quatro túneis ferroviários na Índia e iniciando a sua actividade no Brasil com as melhores perspectivas.
A inovação e a qualidade do desempenho da SANJOSE foram novamente reconhecidas com importantes prémios nacionais e internacionais em algumas das suas obras: Pavilhão de Espanha da Expo de Saragoça 2008, foi galardoado, entre outros, com o “Prémio Nacional de Arquitectura 2009” pelo Conselho Superior de Arquitectos de Espanha e com a Medalha de Ouro “Giancarlo Ius” pelo projecto de arquitectura mais inovador pela União Internacional de Arquitectos; o Dot Baires Shopping foi considerado o melhor centro comercial de América Latina pelo Conselho Internacional de Centros Comerciais (ICSC); e o Viaduto de Contreras (Ponte arco de betão para ferrovia de maior comprimento da Europa, 261 metros) foi reconhecido com o Prémio Internacional Puente de Alcántara.